A facilidade com que nos imbecilizamos, trocando os passos à consciência responsável de que nos dizemos possuidores, fruto de acções da nossa personalidade camaleónica. O ser enquanto humano está irremediavelmente perdido das suas origens, das suas convicções e das suas amizades. Esbatido pela falta de medo com que se encara a vida, revolteando entre o bem e o mal, entre o que sabemos que está certo e o que fazemos que está errado. A consciência é uma coisa, os actos são outra. A leviandade está dentro de nós, como parasita, tornando-nos farsantes da nossa própria ingenuidade. O mundo está farto de heróis e lições de moral, o mundo está obcecado por tristezas e desunião, queixando-se aqui e acolá da comichão que lhe faz a verdade.
0 comentários:
Enviar um comentário